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Ex-delegado de Campo Maior, preso por falsificar notas e recibos, ostenta em redes sociais

Ex-delegado de Campo Maior, preso por falsificar notas e recibos, ostenta em redes sociais
setembro 21
12:43 2017
Cleyton foi delegado regional em Campo Maior e saiu em 2009 para assumir a Regional de Piripiri, cidade onde, segundo as investigações, ele adulterou notas e desviou dinheiro público, além de receber propina em operações.

O site G1 Piauí divulgou matéria nesta quarta-feira onde afirma que o delegado da Polícia Civil Clayton Doce Alves Filho, afastado do cargo em 2014 sob acusação de desviar dinheiro da Secretaria de Segurança em benefício próprio, vive uma vida de luxo e continua recebendo seus vencimentos de mais de 17 mil reais mensais. Ele aparece em fotos postadas nas redes sociais durante viagens dentro e fora do país. Para aguardar o processo em liberdade ele alegou problemas mentais.

De acordo com o delegado corregedor Roberto Carlos Sales, há dois anos a Corregedoria solicita novo laudo médico, mas o delegado não compareceu.

“Nós remetemos o delegado para um psiquiatra e foi emitido um laudo dizendo que o delegado não tem insanidade mental, ou seja, que ele responde pelos seus atos. Inconformado, Clayton Doce entrou com uma medida cautelar no Tribunal de Justiça e a 1ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública determinou a suspensão dos trabalhos dos três processos que investigam o delegado”, disse.

No Tribunal de Justiça o processo anda a passos lentos e enquanto isso, o delegado Clayton Doce continua recebendo o salário que, atualmente, é de R$ 17.500.

Por meio de nota, o juiz Aderson Antônio Brito Nogueira, da 1ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública de Teresina, informou que o processo sobre o caso abordado encontra-se despachado e no momento está decorrendo prazo para que o autor apresente manifestação acerca da contestação apresentada pelo estado.

Clayton Doce recebe mais de 17 mil reais e aparece em fotos postadas nas redes sociais durante viagens dentro e fora do país

Prisão
O delegado Clayton Doce Alves Filho responde pelos crimes de corrupção ativa, peculato e falsificação de documentos públicos e particulares. Ele chegou a ser preso pela Corregedoria de Polícia Civil do Piauí e o Núcleo De Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí no ano de 2014 quando ainda era o delegado na cidade de Piripiri, a 157 km de Teresina. A investigação apontou que ele teria recebido cerca de R$ 20 mil em propina.

Um mês depois de ter sido preso, a justiça concedeu liberdade ao delegado Cleyton Doce.

Foi delegado em Campo Maior

Cleyton foi delegado regional em Campo Maior e saiu em 2009 para assumir a Regional de Piripiri, cidade onde, segundo as investigações, ele adulterou notas e desviou dinheiro público, além de receber propina em operações. Fatos que lhe levaram à prisão em 2014.

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